Home - Nacional - Recusa de pulseira electrónica por José Sócrates custa três vezes mais ao Estado

Recusa de pulseira electrónica por José Sócrates custa três vezes mais ao Estado

O ex-primeiro-ministro José Sócrates vai continuar, pelo menos, mais três meses em prisão preventiva, depois de ter recusado prisão domiciliária com pulseira electrónica. Com esta atitude, revela hoje o Diário de Notícias, Sócrates vai continuar a custar ao erário público 48 euros por dia, enquanto se tivesse aceitado a medida de coação proposta pelo Ministério Público o custo diário baixaria para 16,35 euros.

Segundo o Diário de Notícias, por dia, o ex-primeiro-ministro – tal como outros reclusos – custa aos cofres públicos 48 euros, ou seja, três vezes mais do que custaria se tivesse ido para casa em prisão domiciliária. Até ao dia 9 de Setembro, Sócrates irá custar ao erário público 4.500 euros. Se o ex-primeiro-ministro tivesse consentido a prisão domiciliária com recurso a pulseira electrónica, o valor baixava substancialmente pois, como explica o DN, esta é a medida de coação que menos custa aos cofres públicos, ficando os três meses por o valor gasto seria de 1.520 euros.

Como não aceitou a pulseira electrónica, Sócrates só poderia ir para casa com a medida de coação de obrigação de permanência na habitação, sendo vigiado 24 horas por dia por agentes da PSP. Esta medida seria a mais cara de todas uma vez que, explica o DN, teria um custo diário que iria variar entre os 204 e os 306 euros o que, até 9 de Setembro, iria implicar um gasto de 18 mil a 28 mil euros, pois seriam necessários oito agentes da PSP com turnos de seis horas cada um.

LEIA TAMBÉM

Universidade de Coimbra organiza 30.ª edição do curso sobre Segurança em Incêndios Florestais

O Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais (CEIF) da Associação para do Desenvolvimento da Aerodinâmica …

Município de Mangualde homenageia Jorge Coelho (a título póstumo) no dia 25 de Abril

O município de Mangualde vai homenagear, no próximo dia 25 de Abril, quatro personalidades do …