… necessidades dos oliveirenses. “As nossas gentes merecem o nosso esforço”, referiu a eleita na última reunião pública do executivo, depois de ter considerado que a localização do Destacamento Territorial da GNR em Arganil se afigura como uma conquista para o executivo de Ricardo Alves.
“Temos as nossas necessidades”, lembrou Freixinho, sem deixar de se referir a todas as vezes que se cruzou com o presidente da Câmara Municipal de Tábua, Ivo Portela, nos corredores do Ministério das Obras Públicas e Comunicações onde a vereadora prestou assessoria durante um ano. “Se nós não aparecermos não somos lembrados”, disse a vereadora, contando que esta mesma expressão lhe era dita pelo autarca de Tábua.
Insistindo na tese defendida por Portela, a vereadora socialista na Câmara de Oliveira do Hospital disse ainda a Mário Alves que “estas reclamações têm que ser feitas” para que a administração central “não se esqueça das expectativas e direitos” dos oliveirenses, porque “a manta é sempre curta e quando se tapa de um lado, destapa-se do outro”. “Também temos condições para ganhar o investimento e o protagonismo que nos vai faltando lamentavelmente”, concluiu Maria José Freixinho.
Sobre esta matéria, o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital chutou para o Estado a responsabilidade de dar cumprimento aos compromissos assumidos. Mário Alves concretizou com o caso da Biblioteca Municipal, realçando que “há compromissos assumidos pelo Estado e não são dadas quaisquer respostas”. “Se não cumprimos aquilo que assinamos não somos dignos de ocupar os cargos”, adiantou. Sobre a sua ausência nos corredores da Administração Central, Mário Alves justificou: “gosto muito de ir a Lisboa, mas ir fazer despesa e vir de mãos a abanar…”. O autarca disse haver outros meios de contacto, como os e-mail, por exemplo.